quarta-feira, 24 de maio de 2017

Relembre os vilões de Far Cry 3 e 4

Grande parte do sucesso de um produto cultural que prende o público pela trama é um bom vilão, que o digam o Coringa e o Darth Vader. O mesmo vale para os games, que na minha opinião, entre todos os lançamentos de 2012 até 2017, nenhum teve um vilão melhor do que o pirata Vaas Montenegro, de Far Cry 3.

O destaque do bandido não é à toa. O personagem foi interpretado pelo canadense Michael Mando e ganhou até uma websérie prévia ao lançamento do jogo. O cara é o tipo do psicopata sádico que amamos odiar, contando os minutos para que ele apareça no jogo novamente.
Para conferir todos os episódios dessa minissérie clique no link abaixo:
https://www.youtube.com/playlist?list=PLZLTS4u9M_2q0wuxh1G9G0ngNiTjHDnUl

SPOILER
O game não tem nada a ver com nenhum dos outros Far cry (o que é normal, já que os antecessores também não tinham nenhuma relação entre si). Mas isso não significa que Far Cry 3 não tenha sofrido influência dos games da série, uma vez que ele reúne tudo que foi feito de melhor na franquia até hoje. Não só isso, mas a Ubisoft trouxe ainda novos elementos para compor esse que foi um dos melhores jogos de 2012 (quem sabe “o” melhor).

No enredo, Jason é um riquinho filho de papai que foi com os irmãos e amigos curtir as paisagens paradisíacas da Tailândia. Durante a viagem, a turma decide praticar skydiving numa ilha das proximidades e, depois do salto, acabam presos por um grupo de piratas locais, liderado pelo nosso querido Vaas (pelo menos, a princípio). O bandidão pretende pedir dinheiro pelo resgate dos jovens e depois vendê-los como escravos para o bel-prazer de outros ricões. No comecinho do jogo, Jason está preso junto ao seu irmão Grant – que, durante uma tentativa de fuga, acaba morto. Jason, entretanto, escapa e é encontrado por Dennis, um nativo da ilha que faz parte de um grupo de resistência aos piratas de Vaas. A partir daí, o protagonista entra numa viagem de autoconhecimento e torna-se um dos guerreiros da tribo local, ao mesmo tempo em que resgata seus irmãos, amigos e namorada.

Só pela sinopse, já deu para perceber que Far Cry 3 aproveita o cenário paradisíaco do primeiro jogo e o enredo mais realista do segundo. Aliás, quem é veterano da série vai poder observar muitos pontos em comum entre os jogos, como a liberdade para se mover pela ilha através dos veículos e cumprir as missões da maneira que achar melhor, além da possibilidade de conquistar territórios dos inimigos no mapa. Como novidade para a franquia, o terceiro jogo acrescentou o elemento sobrevivência na selva, em que é necessário colher plantas e caçar os animais nativos para conseguir itens que ajudam no decorrer do jogo.

Com uma jogabilidade rica e uma trama envolvente, Far Cry 3 pode prender o jogador por horas e horas enquanto cumpre missões principais e secundárias do jogo. O cenário ainda é totalmente dinâmico, mudando de dia para noite, sol ou chuva, além dos animais selvagens atacando inesperadamente. Os inimigos possuem uma inteligência artificial apurada, tornando um desafio para os amantes de dificuldade. Somando tudo – são mais de 20 horas de diversão garantida.

Agora vamos falar do vilão PAGAN MIN
Pagan é o rei de Kyrat, é sádico e seu hobby preferido é matar, além disso não gosta de ser contrariado.

O rei de aparência excêntrica, com um terno de cores vibrantes e um topete estiloso, é uma incógnita. Min deixa bem claro que não gosta de ser desobedecido e precisa ter o controle das coisas.

Durante um momento, o rei diz que Ghale poderia ser até seu sucessor, mas de repente muda de ideia completamente – aliás, as coisas com Pagan podem mudar bem depressa.

Em alguns momentos, parece que tudo que ele quer fazer é ajudar o personagem. Será aquela mão amiga, o empurrãozinho que faltava. Em outros, não é bem assim. Será necessário jogar e mergulhar nas histórias que o rei sádico tem a contar para descobrir mais a fundo quem é Pagan Min.

Far Cry 4 mantém o estilo de deixar o vilão em foco. Assim como em Far Cry 3, todos os holofotes apontavam para Vaas Montenegro; agora chega a vez de Pagan Min.


Em Far Cry 4 , o jogador assume o papel de Ajay Ghale, um nepalês nativo que regressa a Kyrat, uma região selvagem em seu país de origem nos Himalaias. Sem tempo para prestar luto e uma última homenagem, é arrastado pela guerra frenética entre rebeldes e o regime ditatorial de Pagan Min, um doido sádico que se autointitulou rei.

O jogo traz uma proposta de imersão já conhecida na série, com detalhes empolgantes e a união de elementos como FPS e Role-Playing Game, ambientados em um cenário de mundo aberto, com escolhas feitas pelo jogador que determinarão o destino do personagem.

Considerações finais:
Vale muito a pena jogar os dois games, não só para conhecer os vilões, mas para conhecer as ilhas paradisíacas ricas em detalhe e beleza.

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