terça-feira, 3 de maio de 2016

Se não fosse "Jerry Lawson" você não conseguiria pausar partidas ou jogar sozinho

Imagine a seguinte situação: você está enfrentando um "chefão" de fase e, no meio da luta, seu telefone toca. Instintivamente você aperta um botão do controle e a ação congela enquanto você calmamente pode conversar com a pessoa do outro lado da linha ou responder a uma mensagem.

O mesmo vale para o simples ato de você poder jogar sozinho e enfrentar inimigos controlados pela inteligência artificial programada em cada game, sem a necessidade de ter outra pessoa para competir. É possível ir além: que tal ter um número baixo e limitado de jogos disponíveis para o seu console, sem a possibilidade que empresas criem novos títulos?

Padrões na indústria de jogos atual, a possibilidade de pausar partidas, de enfrentar inimigos controlados "pelo computador" e ter novos games lançados com frequência simplesmente não existiam nos primeiros aparelhos de videogame. Isso mudou em 1976 com o lançamento do Fairchild Channel F, criação de Gerald Anderson "Jerry" Lawson, um programador norte-americano nascido no bairro do Queens, Nova York, em 1940.
Pausar um jogo pode ser algo simples e corriqueiro hoje em dia, mas há 40 anos não era assim: o simples ato de atender um telefone ou ir ao banheiro significaria uma partida perdida.

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